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Roteiros

Venha visitar os inúmeros locais considerados  Património da Humanidade. Encante-se com a maravilhosa história de Castelos, Mosteiros e Palácios. Sinta como os Poetas e Artistas embelezaram os sítios e ruas das Cidades. Imagine como os navegadores portugueses partiram à descoberta do Mundo. Conheça o legado  cultural que o Povo deixou ao longo dos tempos. Visite os mais belos e emblemáticos monumentos de Portugal.

 

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Roteiros em Destaque

Quinta da Regaleira - Sintra
Quinta da Regaleira - Sintra

Visita guiada à Quinta da Regaleira. Venha conhecer os cenários e a representação da viagem iniciática no jardim simbólico da Quinta da Regaleira, um dos mais surpreendentes e enigmáticos monumentos da Paisagem Cultural de Sintra.

 

Seguindo a nossa viagem pelo elegante percurso que ligava o Paço Real a Seteais, nos limites do centro histórico da Vila, encontramos os muros e o Palácio da Quinta da Regaleira.
Esta quinta existe desde o Séc. XVII, na sua mais recente história entre 1904 e 1910, no derradeiro período da monarquia, os domínios românticos outrora pertencentes à Viscondessa da Regaleira, foram adquiridos e ampliados pelo Dr. António Augusto Carvalho Monteiro, para fundar o seu lugar de eleição. Detentor de uma fortuna fabulosa, que lhe valeu a alcunha de “Monteiro dos Milhões”, associou ao seu singular projecto de arquitectura e paisagem, o génio criativo do arquitecto e cenógrafo italiano Luigi Manini, bem como a mestria dos escultores, canteiros que com este haviam trabalhado no Palácio Hotel do Buçaco.

 

Concretiza-se com estes cenários a representação de uma viagem iniciática, por um jardim simbólico, onde podemos sentir a Harmonia das Esferas. Nele se vislumbram referências à mitologia, ao Olimpo, a Virgílio, a Dante, a Camões, à missão Templária da Ordem de Cristo, a grandes místicos, aos enigmas da Arte Real, à Magna Obra Alquímica. Nesta sinfonia de pedra revela-se a dimensão poética e profética de uma Mansão Filosofal Lusa. Aqui se fundem o Céu e a Terra numa realidade sensível, a mesma que presidiu à teoria do Belo, da Arquitectura e da Música.

 

25.MAR Convento Madre Deus e Museu Azulejo
25.MAR Convento Madre Deus e Museu Azulejo

25.03.2017 (sábado) - 10,30H Realizamos o Roteiro ao Museu Nacional do Azulejo, um dos mais importantes museus nacionais, pela sua colecção singular do Azulejo, expressão artística diferenciadora da cultura portuguesa e pelo edifício ímpar em que se encontra instalado, o antigo Mosteiro da Madre de Deus, fundado em 1509 pela rainha D. Leonor.

 

De anexo da Casa Pia a anexo do Museu Nacional de Arte Antiga
Após as intervenções de José Maria Nepomuceno e de Liberato Telles, os edifícios do Convento e Igreja da Madre de Deus foram sendo objecto de inúmeras reparações e alteração dos espaços sempre como parte integrante do Asilo D. Maria Pia. Para o local foram sendo conduzidos e armazenados painéis de azulejo, provenientes de outros locais, que inicialmente se destinavam à decoração do interior do edifício, mas que acabaram por ali permanecer guardados em caixotes.
Surgiu, então a hipótese de colocar sob a tutela do Museu Nacional de Arte Antiga diversos monumentos, a fim de poder ser feita a sua salvaguarda patrimonial, ficando estabelecido, numa carta do seu director João Couto datada de 15 de Dezembro de 1954, que a Igreja e dependências da Madre de Deus, em Xabregas, deveriam ser consideradas como anexos do Museu Nacional de Arte Antiga.

 

Um museu de azulejos
Procedeu-se à transferência dos azulejos para a Madre de Deus, tendo-se ocupado da montagem e organização o Engenheiro João Miguel dos Santos Simões, vogal efectivo da Academia Nacional de Belas Artes, responsável pela Brigada de Estudos de Azulejaria da Fundação Calouste Gulbenkian e conservador-ajudante do Museu Nacional de Arte Antiga. Em 1965, o Director–Geral do Ensino Superior e das Belas Artes, concluindo que iria estudar a possibilidade de abrir o Museu ao público, na parte dada como montada, considerou indispensável criar determinadas condições para as sua concretização. Numa informação datada de 12 de Dezembro de 1967, Santos Simões refere-se à exposição, ocorrida a 30 de Setembro, sobre o Museu do Azulejo, informando que ainda que este possa ser aberto ao público, tal como se encontra, conviria que se abreviassem os trabalhos de pequenas reparações e acabamentos.

 

Aqueduto Águas Livres
Aqueduto Águas Livres

Visita Guiada ao Aqueduto das Águas Livres de Lisboa. Venha conhecer e apreciar esta notável obra de engenharia que os Portugueses deixaram à Humanidade, realizando a travessia do Aqueduto do Vale de Alcântara até à Mãe d' Água nas Amoreiras.

 

A intenção da construção do Aqueduto começa a ter forma com a ideia de levar a água das nascentes das Águas Livres, em Belas, para a cidade de Lisboa, nos reinados de D. Manuel, D. João III e D. Sebastião. Em 1571, Francisco de Holanda, para garantir o abastecimento de água à capital, propôs ao rei D. Sebastião a reconstrução de um aqueduto e da antiga barragem romana de Olíssipo. Só no reinado de D. João V, em pleno Séc. XVIII foi decidido avançar com a construção, tendo os custos sido integralmente suportados pela população de Lisboa, através de taxas sobre a carne, o azeite e o vinho.

 

O projecto e a construção do aqueduto devem-se essencialmente ao brigadeiro Manuel da Maia, ao sargento-mor Custódio Vieira, ao capitão de engenharia Carlos Mardel e ao procurador da cidade, Cláudio Gorgel do Amaral, pela sua determinação em resolver o problema do abastecimento de água à cidade de Lisboa. O rei D. João V, saturnino por devoção, assinou em 12 de Maio de 1731, um sábado, o decreto régio para a construção do Real Aqueduto das Agoas Livres. O tempo passou, e as obras, lá foram iniciadas sob a direcção do arquitecto Manuel da Maia e do sargento-mor Custódio de Vieira. Apesar de ter começado a abastecer de água uma rede de chafarizes na cidade de Lisboa a partir de 1748, só ficou concluído em 1834.

 

O Aqueduto das Águas Livres guarda um conhecimento, um saber únicos, uma obra hidráulica notável, uma beleza inigualável, o trabalho de inúmeros pedreiros que desbastaram as pedras para lhe dar forma, o único monumento câmara escura jamais construído, que permite o reflexo da paisagem exterior num jogo de cor, luz, sombra, aromas que toca o sagrado e que jamais nos separa do Todo. Um sistema de distribuição de água duplo, que os Portugueses deixam à Humanidade.

 

Mouraria culturas e tradições
Mouraria culturas e tradições

A Mouraria é um dos mais tradicionais bairros da cidade de Lisboa, que deve o seu nome ao facto de D. Afonso Henriques, após a conquista de Lisboa, ter confinado uma zona da cidade para os árabes. Foi neste bairro que permaneceram os mouros após a Reconquista Cristã.

 

Vamos conhecer as tradições, culturas e história do Bairro da Mouraria. Na diversidade do património são evocados santos padroeiros, ofícios desaparecidos, famílias aristocratas e caminhos antigos. Sob o olhar majestático do castelo, o casario acotovela-se até ao vale, num labirinto de becos, ruelas, largos e escadinhas que nos fazem lembrar uma Medina árabe.

 

Nas ruas permanecem pedras foreiras e as velhas portas da cidade medieval. Muralha Fernandina, Capela N. S. da Saúde, Colégio dos Meninos Órfãos, Colégio de Santo Antão-O-Velho, Palácio da Rosa, Recolhimento de São Cristóvão, casa de balcão de ressalto do Largo da Achada e outros edifícios seculares resistem na Mouraria.

 

Já na Rua do Capelão, a História passa pela casa onde viveu Maria Severa Onofriana, um dos mitos fundadores do Fado, rica em amores e desamores e a casa onde nasceu Fernando Maurício, considerado um dos mais castiços fadista e filho ilustre da Mouraria.

 

Simbolismo Baixa Pombalina
Simbolismo Baixa Pombalina
Após o devastador terremoto de 1755 em Lisboa, o rei D. José I e o seu Ministro Marquês de Pombal tomaram medidas imediatas para que a cidade renascesse novamente. Contrataram assim um considerável número de arquitectos e engenheiros, que em menos de um ano fizeram o “milagre” de transformar Lisboa numa cidade nova e sem ruínas.

O novo centro, hoje conhecido por Baixa Pombalina é uma das zonas nobres da cidade. São os primeiros edifícios mundiais a serem construídos com protecções anti-sísmica, que foram testadas em modelos de madeira à medida que as tropas marchavam ao seu redor testando assim a sua resistência - a famosa gaiola pombalina.

Contudo, esta grandiosa obra “escondia” algo mais. Hoje, temos uma Lisboa marcada por um sistema simbólico ligados ao Esoterismo, à Maçonaria, à Alquimia, à Mitologia, etc. Temos uma Lisboa povoada por estátuas e obeliscos, por altos e baixos relevos, por azulejos que nos contam histórias maravilhosas, que nos falam de mistérios inimagináveis e que de uma forma ou de outra nos sugerem o mito, o sonho da Lisboa do Quinto Império.
 
 
Bairro do Castelo histórias e tradições
Bairro do Castelo histórias e tradições

Roteiro Bairro do Castelo, histórias e tradições da fundação à reconquista de Lisboa. Vamos percorrer as ruas, vielas, becos e o notável património do Bairro do Castelo, conhecer as histórias e tradições da fundação de Lisboa, a Reconquista aos Árabes e as influências e contributos das Ordens Militares e Religiosas.

 

O Bairro do Castelo, conta a história do antigo castro (fortificação no topo da colina) onde Lisboa nasceu. O ponto de partida é na rua do Chão da Feira, a partir daqui, será envolvido na história deste bairro. Vamos percorrer o casario na Alcáçova, o largo da igreja de Santa Cruz do Castelo, a rua Costa do Castelo e os Palácios adossados á muralha do castelo. Já no pátio de Dom Fradique, conhecemos o palácio Belmonte, que foi construído em cima das cercas moura e romana. Seguimos por Santo André, as Portas do Sol e o largo e igreja S. Tiago.

 

A primeira morada de Lisboa é o Castelo, matriz fundadora da capital desde a reconquista aos árabes em 1147 e a primeira zona de crescimento da cidade.  Visto de baixo, a vegetação quase esconde o Castelo dito de São Jorge. Fortaleza de tantas lutas remotas, hoje é um tranquilo parque da cidade com vistas memoráveis.  Ao seu redor, a pequena freguesia do Castelo, bairro de becos torcidos cujas casas de um e outro lado quase os ombros tocam. Um bairro que se foi adaptando aos tempos mas que viveu, e vive, confinado às muralhas que coroam o relevo do topo da colina.

 

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