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Roteiros

Venha visitar os inúmeros locais considerados  Património da Humanidade. Encante-se com a maravilhosa história de Castelos, Mosteiros e Palácios. Sinta como os Poetas e Artistas embelezaram os sítios e ruas das Cidades. Imagine como os navegadores portugueses partiram à descoberta do Mundo. Conheça o legado  cultural que o Povo deixou ao longo dos tempos. Visite os mais belos e emblemáticos monumentos de Portugal.

 

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Roteiros em Destaque

01.OUT Aqueduto Águas Livres
01.OUT Aqueduto Águas Livres

01.10.2016 (sábado) às 15h visita Guiada ao Aqueduto das Águas Livres de Lisboa. Venha conhecer e apreciar esta notável obra de engenharia que os Portugueses deixaram à Humanidade, realizando a travessia do Aqueduto do Vale de Alcântara até à Mãe d' Água nas Amoreiras.

 

A intenção da construção do Aqueduto começa a ter forma com a ideia de levar a água das nascentes das Águas Livres, em Belas, para a cidade de Lisboa, nos reinados de D. Manuel, D. João III e D. Sebastião. Em 1571, Francisco de Holanda, para garantir o abastecimento de água à capital, propôs ao rei D. Sebastião a reconstrução de um aqueduto e da antiga barragem romana de Olíssipo. Só no reinado de D. João V, em pleno Séc. XVIII foi decidido avançar com a construção, tendo os custos sido integralmente suportados pela população de Lisboa, através de taxas sobre a carne, o azeite e o vinho.

 

O projecto e a construção do aqueduto devem-se essencialmente ao brigadeiro Manuel da Maia, ao sargento-mor Custódio Vieira, ao capitão de engenharia Carlos Mardel e ao procurador da cidade, Cláudio Gorgel do Amaral, pela sua determinação em resolver o problema do abastecimento de água à cidade de Lisboa. O rei D. João V, saturnino por devoção, assinou em 12 de Maio de 1731, um sábado, o decreto régio para a construção do Real Aqueduto das Agoas Livres. O tempo passou, e as obras, lá foram iniciadas sob a direcção do arquitecto Manuel da Maia e do sargento-mor Custódio de Vieira. Apesar de ter começado a abastecer de água uma rede de chafarizes na cidade de Lisboa a partir de 1748, só ficou concluído em 1834.

 

O Aqueduto das Águas Livres guarda um conhecimento, um saber únicos, uma obra hidráulica notável, uma beleza inigualável, o trabalho de inúmeros pedreiros que desbastaram as pedras para lhe dar forma, o único monumento câmara escura jamais construído, que permite o reflexo da paisagem exterior num jogo de cor, luz, sombra, aromas que toca o sagrado e que jamais nos separa do Todo. Um sistema de distribuição de água duplo, que os Portugueses deixam à Humanidade.

 

01.OUT Convento do Grilo
01.OUT Convento do Grilo

01.10.2016 (sábado) - 10,00h - Visita Guiada à Igreja e antigo Convento do Grilo ou Convento N. S. da Conceição do Monte Olivete.

A Igreja e Convento do Grilo, também designados por Convento de N. S. da Conceição do Monte Olivete e por Igreja Paroquial de S. Bartolomeu do Beato (designação adquirida em 1835), a sua fundação remonta ao séc. XVII, pelos Irmãos Descalços de Sto. Agostinho, instalados em Portugal desde 1663, e cuja construção conheceu o lançamento da 1ª pedra, por D. Afonso VI, em 1666. Um violento incêndio destruiu completamente a igreja primitiva. Reconstruída posteriormente, não foi muito afectada pelo terramoto de 1755.

 

Edifício de arquitectura barroca, classificado como Imóvel de Interesse Público, que apresenta uma bonita galilé de 3 arcos de acesso ao interior, de nave única, com 3 capelas de cada lado e uma de cada lado do transepto. Merecem destaque: a capela-mor setecentista em cujo altar, de mármore polícromo, coroado pelas armas reais, exibe a imagem de N. S. do Monte Olivete, orago do convento, ladeada pelas de S. Bartolomeu, orago da paróquia, e de Sto. Agostinho, fundador da ordem; e o património azulejar do séc. XVIII, em bom estado de conservação, retratando cenas religiosas, de corte, de montaria, de caça e do campo, que pode ser observado na sacristia, no átrio de entrada e na escadaria. Com a extinção das ordens religiosas, em 1834, o convento foi convertido no Recolhimento de N. S. do Amparo ou do Grilo, que antes estivera na Mouraria.



05. OUT  Quinta da Regaleira - Sintra
05. OUT Quinta da Regaleira - Sintra

05.10.2016 (feriado) - 15,00h - Visita guiada à Quinta da Regaleira - Sintra. Vamos conhecer os cenários e a representação da viagem iniciática no jardim simbólico da Quinta da Regaleira, um dos mais surpreendentes e enigmáticos monumentos da Paisagem Cultural de Sintra.

 

Seguindo a nossa viagem pelo elegante percurso que ligava o Paço Real a Seteais, nos limites do centro histórico da Vila, encontramos os muros e o Palácio da Quinta da Regaleira.
Esta quinta existe desde o Séc. XVII, na sua mais recente história entre 1904 e 1910, no derradeiro período da monarquia, os domínios românticos outrora pertencentes à Viscondessa da Regaleira, foram adquiridos e ampliados pelo Dr. António Augusto Carvalho Monteiro, para fundar o seu lugar de eleição. Detentor de uma fortuna fabulosa, que lhe valeu a alcunha de “Monteiro dos Milhões”, associou ao seu singular projecto de arquitectura e paisagem, o génio criativo do arquitecto e cenógrafo italiano Luigi Manini, bem como a mestria dos escultores, canteiros que com este haviam trabalhado no Palácio Hotel do Buçaco.

 

Concretiza-se com estes cenários a representação de uma viagem iniciática, por um jardim simbólico, onde podemos sentir a Harmonia das Esferas. Nele se vislumbram referências à mitologia, ao Olimpo, a Virgílio, a Dante, a Camões, à missão Templária da Ordem de Cristo, a grandes místicos, aos enigmas da Arte Real, à Magna Obra Alquímica. Nesta sinfonia de pedra revela-se a dimensão poética e profética de uma Mansão Filosofal Lusa. Aqui se fundem o Céu e a Terra numa realidade sensível, a mesma que presidiu à teoria do Belo, da Arquitectura e da Música.

 

Teatro Romano e Pedras Negras
Teatro Romano e Pedras Negras

Revelação da Lisboa romana do século I, com a visita orientada ao Museu do Teatro Romano e às Lápides das Pedras Negras.

Museu do Teatro  Romano, este museu revela a Lisboa romana. Apresenta o que resta de um teatro romano do século I. O teatro comportava cerca de 4000 espetadores, e só cerca de um terço ficou revelado durante as escavações. Tinha uma bela vista do Tejo, como se pode ver ainda hoje das janelas do museu. Desde 1798, quando, na sequência da reconstrução daquela zona da cidade afectada pelo sismo, se descobriram os primeiros vestígios do teatro, que o enclave de ruas – que, do sopé do castelo, descem até à Sé Patriarcal – tem sido alvo de intervenções arqueológicas. É, por isso, que vamos encontrar nos três andares do museu objectos da Idade do Ferro, assim como das épocas Medieval e Moderna.

 

Lápides das Pedras Negras, estas lápides, em número de quatro, foram descobertas quando se fez a construção do prédio denominado "prédio do Almada", construção do tipo pombalino. As lápides possuem inscrições latinas, sendo que duas delas referem-se a deuses romanos, nomeadamente Mercúrio e Cíbele. O nome do monumento faz referência a uma via localizada perto, a rua das Pedras Negras. No local, foram também descobertos o que seriam vestígios de um templo romano. Faz parte do conjunto arqueológico que se pode encontrar na Baixa de Lisboa, do qual fazem também parte as galerias romanas da Rua da Prata e o Teatro Romano de Lisboa.

 

Exposição Pintura e Poesia
Exposição Pintura e Poesia

Exposição de Pintura - "PEREGRINAÇAM VIAJANDO COM FERNAM MENDEZ PINTO"

Pintura de FRANCISCO FERRO texto e poemas ANTÓNIO M. FERRO

Galeria Bessa Artes - arte comtenporrânea
Rua das Janelas Verdes, 76 - Lisboa


Parceria EXPLORE LATITUDES Eventos Culturais


Ensaia-se nesta exposição de Francisco Ferro conjugar cor e palavra, tendo como pretexto esse livro ímpar da literatura protuguesa - mas mais do que isso da cultura portuguesa que é a Peregrinação de Fernão Mendes Pinto, o que passa desde logo pela presença obsidiante do azul, no qual se inscreve a fatalidade de ser português, e do branco onde tudo se pode escrever e inscerver rasgando o papel ou a tela com a quilha da vela do nosso descontentamento-contente e sempre saudoso, e por tal sempre tão contrário.

Não se procura aqui ilustrar o texto mas apenas recolher e registar impressões coloridas, que ao mesmo tempo aspiram a poéticas - exemplo disso é a interseção entre os quadros expostos e o catálogo com o conjunto de poemas inclusos - provocadas pela leitura da obra, de mistura com alusões à narrativa mitológica e outros intertextos que, sobre o livro e o seu autor, o tempo foi aluviando desde o distante Anno1614, data da sua publicação em Lisboa, por Pedro Crasbeeck, com o título de Peregrinaçam de Fernam Mendez Pinto e com a licença do Santo Officio, sempre vigilante e atento, e de lápis azul bem afiado, não fosse o Diabo tecê-las.

António M. Ferro

A exposição estará patente até 16 de outubro de 2016 (de quarta-feira a domingo, das 10:00 às 18:00 horas)

Bairro do Castelo histórias e tradições
Bairro do Castelo histórias e tradições

Roteiro Bairro do Castelo, histórias e tradições da fundação à reconquista de Lisboa. Vamos percorrer as ruas, vielas, becos e o notável património do Bairro do Castelo, conhecer as histórias e tradições da fundação de Lisboa, a Reconquista aos Árabes e as influências e contributos das Ordens Militares e Religiosas.

 

O Bairro do Castelo, conta a história do antigo castro (fortificação no topo da colina) onde Lisboa nasceu. O ponto de partida é na rua do Chão da Feira, a partir daqui, será envolvido na história deste bairro. Vamos percorrer o casario na Alcáçova, o largo da igreja de Santa Cruz do Castelo, a rua Costa do Castelo e os Palácios adossados á muralha do castelo. Já no pátio de Dom Fradique, conhecemos o palácio Belmonte, que foi construído em cima das cercas moura e romana. Seguimos por Santo André, as Portas do Sol e o largo e igreja S. Tiago.

 

A primeira morada de Lisboa é o Castelo, matriz fundadora da capital desde a reconquista aos árabes em 1147 e a primeira zona de crescimento da cidade.  Visto de baixo, a vegetação quase esconde o Castelo dito de São Jorge. Fortaleza de tantas lutas remotas, hoje é um tranquilo parque da cidade com vistas memoráveis.  Ao seu redor, a pequena freguesia do Castelo, bairro de becos torcidos cujas casas de um e outro lado quase os ombros tocam. Um bairro que se foi adaptando aos tempos mas que viveu, e vive, confinado às muralhas que coroam o relevo do topo da colina.

 

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