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Roteiros

Venha visitar os inúmeros locais considerados  Património da Humanidade. Encante-se com a maravilhosa história de Castelos, Mosteiros e Palácios. Sinta como os Poetas e Artistas embelezaram os sítios e ruas das Cidades. Imagine como os navegadores portugueses partiram à descoberta do Mundo. Conheça o legado  cultural que o Povo deixou ao longo dos tempos. Visite os mais belos e emblemáticos monumentos de Portugal.

 

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Roteiros em Destaque

19.MAI Aqueduto Águas Livres
19.MAI Aqueduto Águas Livres

19.05.2018 (sábado) às 14:30H visita Guiada ao Aqueduto das Águas Livres de Lisboa. Venha conhecer e apreciar esta notável obra de engenharia que os Portugueses deixaram à Humanidade, realizando a travessia do Aqueduto do Vale de Alcântara até à Mãe d' Água nas Amoreiras.

 

A intenção da construção do Aqueduto começa a ter forma com a ideia de levar a água das nascentes das Águas Livres, em Belas, para a cidade de Lisboa, nos reinados de D. Manuel, D. João III e D. Sebastião. Em 1571, Francisco de Holanda, para garantir o abastecimento de água à capital, propôs ao rei D. Sebastião a reconstrução de um aqueduto e da antiga barragem romana de Olíssipo. Só no reinado de D. João V, em pleno Séc. XVIII foi decidido avançar com a construção, tendo os custos sido integralmente suportados pela população de Lisboa, através de taxas sobre a carne, o azeite e o vinho.

 

A Mãe de Água. A entrada em Lisboa do Aqueduto das Águas Livres, marcada pelo arco da Rua das Amoreiras, realizado pelo arquitecto húngaro Carlos Mardel, entre 1746 e 1748, fechou-se no Reservatório da Mãe d’Água das Amoreiras. Actualmente, apresenta-se como um espaço amplo, luzente e unificado, sugerindo o seu interior a planta de uma igreja estilo Salão, propondo a sacralidade do espaço.

 

O Aqueduto das Águas Livres guarda um conhecimento, um saber únicos, uma obra hidráulica notável, uma beleza inigualável, o trabalho de inúmeros pedreiros que desbastaram as pedras para lhe dar forma, o único monumento câmara escura jamais construído, que permite o reflexo da paisagem exterior num jogo de cor, luz, sombra, aromas que toca o sagrado e que jamais nos separa do Todo. Um sistema de distribuição de água duplo, que os Portugueses deixam à Humanidade.

 

26. MAI  Quinta da Regaleira - Sintra
26. MAI Quinta da Regaleira - Sintra

26.05.2018 (sábado) - 15,00h - Visita guiada à Quinta da Regaleira - Sintra. Vamos conhecer os cenários e a representação da viagem iniciática no jardim simbólico da Quinta da Regaleira, um dos mais surpreendentes e enigmáticos monumentos da Paisagem Cultural de Sintra.

 

Seguindo a nossa viagem pelo elegante percurso que ligava o Paço Real a Seteais, nos limites do centro histórico da Vila, encontramos os muros e o Palácio da Quinta da Regaleira.
Esta quinta existe desde o Séc. XVII, na sua mais recente história entre 1904 e 1910, no derradeiro período da monarquia, os domínios românticos outrora pertencentes à Viscondessa da Regaleira, foram adquiridos e ampliados pelo Dr. António Augusto Carvalho Monteiro, para fundar o seu lugar de eleição. Detentor de uma fortuna fabulosa, que lhe valeu a alcunha de “Monteiro dos Milhões”, associou ao seu singular projecto de arquitectura e paisagem, o génio criativo do arquitecto e cenógrafo italiano Luigi Manini, bem como a mestria dos escultores, canteiros que com este haviam trabalhado no Palácio Hotel do Buçaco.

 

Concretiza-se com estes cenários a representação de uma viagem iniciática, por um jardim simbólico, onde podemos sentir a Harmonia das Esferas. Nele se vislumbram referências à mitologia, ao Olimpo, a Virgílio, a Dante, a Camões, à missão Templária da Ordem de Cristo, a grandes místicos, aos enigmas da Arte Real, à Magna Obra Alquímica. Nesta sinfonia de pedra revela-se a dimensão poética e profética de uma Mansão Filosofal Lusa. Aqui se fundem o Céu e a Terra numa realidade sensível, a mesma que presidiu à teoria do Belo, da Arquitectura e da Música.

 

Simbolismo Baixa Pombalina
Simbolismo Baixa Pombalina
Após o devastador terremoto de 1755 em Lisboa, o rei D. José I e o seu Ministro Marquês de Pombal tomaram medidas imediatas para que a cidade renascesse novamente. Contrataram assim um considerável número de arquitectos e engenheiros, que em menos de um ano fizeram o “milagre” de transformar Lisboa numa cidade nova e sem ruínas.

O novo centro, hoje conhecido por Baixa Pombalina é uma das zonas nobres da cidade. São os primeiros edifícios mundiais a serem construídos com protecções anti-sísmica, que foram testadas em modelos de madeira à medida que as tropas marchavam ao seu redor testando assim a sua resistência - a famosa gaiola pombalina.

Contudo, esta grandiosa obra “escondia” algo mais. Hoje, temos uma Lisboa marcada por um sistema simbólico ligados ao Esoterismo, à Maçonaria, à Alquimia, à Mitologia, etc. Temos uma Lisboa povoada por estátuas e obeliscos, por altos e baixos relevos, por azulejos que nos contam histórias maravilhosas, que nos falam de mistérios inimagináveis e que de uma forma ou de outra nos sugerem o mito, o sonho da Lisboa do Quinto Império.
 
 
Bairro Alto 500 anos da fundação
Bairro Alto 500 anos da fundação

O Bairro Alto nasceu como resposta às grandes transformações sociais e económicas que se deram em Lisboa a partir da 2.ª metade do século XV. O desenvolvimento comercial promoveu o aumento demográfico da cidade, obrigando à expansão urbana no exterior da muralha fernandina; foi este fenómeno que esteve na base da urbanização dos terrenos à ilharga das Portas de Santa Catarina. Construído em plano ortogonal a partir do início do século XVI, foi conhecido como Vila Nova de Andrade. 

 

Desde a sua fundação em 1513 que foram desenhadas e construídas as ruas, os becos, os conventos e igrejas, os palacetes para a nobreza, as casas para a população. Neste percurso pela história viva do Bairro, vamos conhecer o variado património arqueológico e arquitectónico, dos conventos e igrejas, dos palácios, dos ofícios, da maçonaria, dos jornais, de personalidades da literatura, da música, do teatro, do fado e da boémia, sem esquecer as gentes que vivem e dão vida as tradições do Bairro Alto.

 

Primeiro, chegou a gente ligada ao mar, depois, os jesuítas e, atrás deles, a nobreza, nos seus coches. O Bairro Alto escapou ao terramoto e o fado encheu-lhe as ruas. Com os jornais, a boémia intelectualizou-se. O salazarismo levou o bairro a fechar-se e, só em finais dos anos 70, as novas gerações o descobriram como lugar de transgressão e fuga. Entrou na moda e dela nunca mais saiu. Hoje é um dos cartões-de-visita da cidade de Lisboa.

 

Cerca Velha ou Moura - Alfama
Cerca Velha ou Moura - Alfama

Venha visitar os vestígios da muralha mais antiga de Lisboa, conhecida por Cerca Moura, que delimitou e defendeu Lisboa na época medieval. Partindo da Rua do Chão da Feira no Castelo, descendo até ao rio Tejo, viajamos por Alfama, Casa dos Bicos, Sé Catedral.Encontram-se hoje em dia vestígios da muralha mais antiga de Lisboa que se tem conhecimento, conhecida por Cerca Moura.

 

Este sistema defensivo terá sido construído pelos Mouros aquando a sua ocupação do território, provavelmente entre inícios do século X até 1147, ano em que as forças de D. Afonso Henriques, primeiro rei de Portugal, tomaram a cidade aos Mouros. A Cerca Moura incluía no seu interior a importante Alcáçova e a Medina Mouriscas, e foi construída num período de florescimento urbano e comercial da cidade, que tinha entrado em declínio com a instabilidade das anteriores ocupações bárbaras, até à conquista do território pelos Muçulmanos em 719. Algumas teorias apontam inclusivamente para uma construção ainda do período de ocupação Romana que terá sido aproveitada pelos Mouros.


Actualmente encontram-se visíveis troços desta vasta muralha e também de algumas torres. A “Cerca Velha” que delimitou e defendeu Lisboa na época medieval é recriada num circuito pedonal sinalizado que passa pelo Castelo, Alfama, Casa dos Bicos e Sé, descendo até ao Rio Tejo.

 

Sítio ou Bairro de São Paulo
Sítio ou Bairro de São Paulo

Roteiro Sítio ou Bairro São Paulo - Lisboa. O sítio de São Paulo é sempre referido, na literatura de viagens nos séculos XVII e XVIII, como morada preferida dos comerciantes estrangeiros estabelecidos em Lisboa. Através desta visita guiada conheça as ruas, os espaços, as casas e as gentes deste bairro.

 

Sabia por exemplo que...o Bairro de São Paulo foi reconstruido pelo Marquês de Pombal? A Igreja de São Paulo é do século XV e foi destruída pelo terramoto de 1755? A Casa da Moeda se localizava neste bairro? Temos muitas histórias para lhe contar.
A visita faz-se pelo Largo de São Paulo, Banhos Públicos de São Paulo, Rua dos Remolares, Cais do Sodré, Mercado da Ribeira, Jardim e Rua D. Luís, Conde Barão, Rua da Boavista, Bairro da Bica e Rua São Paulo, com vista a cruzar a sua história e memória com a exploração de vivências presentes.

 

A paróquia parece ter sido criada em 1412, data que surgia numa inscrição existente sobre o portal da primitiva Igreja. Um manuscrito referindo a constituição das freguesias de Lisboa antes de 1755, atesta o seu início, nessa época, numa ermida da antiga "Travessa do Carvão".
A representação mais antiga que se conhece da primitiva Igreja é a que se encontra na estampa de Lisboa, de Braunio, datada de 1572. Nessa gravura podemos facilmente reconhecer a antiga Igreja de São Paulo, apresentando a sua fachada virada para o Tejo e, nas traseiras, duas fileiras de edifícios que desenham a ligação com o sítio de "Cata-que-farás" e Remolares, desenvolvendo um percurso depois estabelecido pela Rua Direita de São Paulo.

 

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